Itaperuna

Queima de fogos durante a madrugada gera questionamentos em Itaperuna

Moradores da cidade presenciaram uma sequência de fogos de artifício que durou cerca de 30 minutos na transição entre domingo e segunda-feira.

Por Redação Bom Dia NoroesteAtualizado em 03/11/2026 às 10:372 min de leitura
Queima de fogos durante a madrugada gera questionamentos em ItaperunaImagem ilustrativa

Os moradores de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, foram surpreendidos por uma intensa queima de fogos de artifício entre o final da noite do último domingo, dia 1º, e o início da madrugada desta segunda-feira, dia 2. O espetáculo pirotécnico, que rompeu o silêncio da madrugada, durou cerca de 30 minutos.

O acontecimento gerou repercussão imediata entre os munícipes, que utilizaram relatos para descrever a duração e a intensidade dos estouros. A situação trouxe novamente à tona o debate sobre o cumprimento das normas vigentes para a utilização desse tipo de material no município.

Legislação vigente

A movimentação reacende a discussão pública acerca da Lei Municipal nº 1.099, que foi sancionada no dia 12 de setembro de 2023. Essa legislação específica trata das restrições e proibições relacionadas ao manuseio e à queima de fogos em todo o território de Itaperuna.

A norma foi criada com o objetivo de regulamentar o uso de artefatos pirotécnicos, visando o bem-estar da população, de animais e do meio ambiente. O episódio recente serve como um lembrete das diretrizes estabelecidas pelo poder público municipal há pouco mais de um ano.

Contexto e normas

Em muitos municípios brasileiros, leis desse porte buscam limitar ou extinguir o uso de fogos que produzem estampidos excessivos. Essas medidas são fundamentais para proteger pessoas com sensibilidade sensorial, como autistas, além de garantir a segurança de pets e reduzir riscos de acidentes.

O cumprimento de leis municipais depende tanto da fiscalização das autoridades competentes quanto da conscientização da própria sociedade. O debate provocado pelos eventos da madrugada reforça a importância do diálogo sobre a convivência urbana e o respeito às regras estabelecidas em lei.

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